8 April, 2019

“E Agora, Brasil?” avalia os 100 primeiros dias do governo federal

Crédito: Edgar Marra

Presidente da CNC cumprimenta o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, e o ministro Paulo Guedes

O “E Agora, Brasil?”, evento dos jornais O Globo e Valor Econômico, em parceria com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) recebe hoje, dia 8 de abril, o ministro da Economia, Paulo Guedes, e o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, para fazer uma avaliação dos primeiros 100 dias do governo federal. O evento está sendo realizado em Brasília.

O ministro Paulo Guedes fez uma análise da situação econômica do País desde a redemocratização. Para ele um dos grandes vilões da economia é o descontrole dos gastos públicos. “O excesso de gastos degenerou a democracia e a economia”, afirmou.

“Vamos gerar um caixa forte este ano e, no ano que vem mudar estruturalmente com as reformas”, defendeu o ministro da Economia.

Para o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, a Câmara não chegará a ser um problema para a questão fiscal. “As corporações capturaram o orçamento. O Congresso precisa restabelecer o controle em nome de toda a sociedade”, disse.

“O grande desafio são as reformas estruturais. Está na hora de um grande debate envolvendo o governo, governadores e prefeitos. Só assim vai ser possível avançar”, acredita o presidente da Câmara dos Deputados.

O presidente da CNC, José Roberto Tadros, presente no evento, falou sobre a importância de todos os entes públicos e também da iniciativa privada participar da solução para que o país volte a crescer. "O E Agora, Brasil? é um espaço de debates que trata os temas relevantes do país com aqueles que tem protagonismo nas diversas áreas. A presença do ministro Paulo Guedes e do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, mostram a importância deste evento. A CNC participa deste projeto editorial do jornal O Globo desde o início, como mais uma forma de contribuir para o melhor o encaminhamento das questões urgentes que precisam ser tratadas pela sociedade brasileira. Como é o caso da reforma da Previdência, tão bem defendida hoje aqui, pelos dois convidados”, concluiu o presidente da CNC.

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